terça-feira, 22 de agosto de 2017

Asus apresenta portfólio Zenfone 4 com quatro modelos | Virtues Media Portal de Notícias

Asus apresenta portfólio Zenfone 4 com quatro modelos

O smartphone de gama mais alta é o ZenFone 4 Pro.


A Asus apresentou na madrugada desta quinta-feira, 17, o seu novo portfólio dos smartphones ZenFone 4. Durante um evento para a imprensa em Taipei, Taiwan, a companhia mostrou quatro novos modelos de handsets com foco na tecnologia de câmera, são eles: ZenFone 4 Pro, ZenFone 4, ZenFone 4 Selfie Pro e ZenFone 4 Selfie.

O smartphone de gama mais alta é o ZenFone 4 Pro. Com opção de cores em preto ou branco, possui tela de 5,5 polegadas AMOLED, plataforma mobile Qualcomm Snapdragon 835, 6 GB de RAM, 128 GB de espaço, bateria de 3.600 mAh, duas câmeras traseiras (16 +12 MP) e uma frontal de 8 MP.

Em seguida vem o ZenFone 4, que terá opções com Snapdragon 660 ou 630, 6 GB ou 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Com tela de 5,5 polegadas IPS+, o aparelho dispõe de bateria de 3.300 mAh, câmera traseira dupla (12 + 8 MP) e frontal com 8 MP. Ele vai chegar ao mercado com três opções de cores: preto, branco e verde.

Na linha destinada para selfies de qualidade, a Asus adicionou o ZenFone 4 Selfie Pro. Com display de 5,5 polegadas AMOLED, o smartphone possui Snapdragon 625 de 2.0 GHz, 4 GB de RAM, 64 GB de espaço, bateria de 3.000 mAh, câmera frontal de 24 MP e traseira de 16 MP. Vermelho, dourado e preto são suas opções de cores.

O outro smartphone destinado às fotos frontais é o ZenFone 4 Selfie. Com mais opções de cores que os demais (preto, verde, rosa e dourado), o handset da gama média da Asus possui tela de 5,5 polegadas IPS, Snapdragon 430, bateria de 3.000 mAh, câmera de selfie de 20 MP e traseira de 16 MP. 

Todos os aparelhos portam Android Nougat (7.1), USB Type C, conexão 4G, WI-Fi, Bluetooth e leitor biométrico. Além disso, os smartphones têm opção para Dual SIM com entrada microSD, embora a Asus não tenha revelado sua capacidade.

Disponibilidade

Inicialmente, a previsão de chegada para o portfólio do Zenfone 4 no Brasil era em setembro. Mas, como houve atraso para o mercado taiwanês, não seria surpresa que os smartphones demorem até outubro para chegar ao Brasil.

Google apresenta Android Oreo com suporte nativo a apps instantâneos | Virtues Media Portal de Notícias

Google apresenta Android Oreo com suporte nativo a apps instantâneos

Outras novidades são alertas visuais para notificações ao lado de ícones dos apps e solução de segurança Google Play Protect, que apaga malwares automaticamente.


O Google apresentou oficialmente nesta segunda-feira, 21, a nova versão do seu sistema operacional para dispositivos móveis, o Android Oreo (8.0). O evento, realizado em Nova Iorque, aconteceu na antiga fábrica da Mondeléz Internacional, proprietária da Nabisco e da marca Oreo, que dá nome ao OS.

Entre as novas funcionalidades estão o suporte nativo a apps instantâneos, que permite o acesso à novos aplicativos sem necessidade de instalá-los, e o Google Play Protect, um sistema também nativo que monitora diariamente o smartphone para eliminar automaticamente malwares presentes. Outra novidade é o trabalho feito pelo Google para melhorar a eficiência de energia da bateria, admimistrando os apps que rodam em background, e o autopreenchimento de senhas e logins em apps, e o

Ainda se destacam no novo OS as funções: picture-in-picture (PIP) que permite colocar uma segunda tela menor, sobre a primeira (maior) durante transmissões de vídeo, igual à funcionalidade que existe em TVs; as notificações por pontos (Notifications Dots), mais simples de visualizar as novidades dos apps e do sistema; a mudança no design e a adição de mais 60 novos emojis para o Android Oreo.

Em conversa com a equipe de comunicação do Google, o Mobile Time confirmou que Android Oreo vai chegar primeiro para os usuários de smartphones Pixel, Pixel C, Nexus Player Nexus 5X, Nexus 6P e usuários que aderiram ao programa beta do Android, após finalizar os testes de atualização over-the-air (OTA) com as operadoras.

Além disso, o Google informou que trabalha com fabricantes Essential, General Mobile, HMD Global (Nokia), Huawei, HTC, Kyocera, LG, Motorola, Samsung, Sharp e Sony para lançar e atualizar dispositivos móveis para o novo OS ainda neste ano.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Operação desarticula quadrilha que desviou mais de R$ 2 milhões | Virtues Media Portal de Notícias

O MPF no Rio de Janeiro e a Polícia Civil deflagraram operação para prender quadrilha que furtava correntistas de bancos em todo o país.

Hackers ciberataques

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro e a Polícia Civil deflagraram hoje (9) uma operação para prender 33 integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações.

A operação, batizada de Open Doors (portas abertas, em tradução do inglês), teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa.

Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, até o início desta manhã já haviam sido cumpridos 27 mandados de prisão. Na operação, mais duas pessoas foram detidas em flagrante por porte de munições.

As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

Ainda segundo as investigações, a organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes.

De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie.

Segundo o MPRJ, o grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. “Para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers”, informou o MP.

Partilha

De acordo com os investigadores, o dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha. “O hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%”.

O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças.

As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

Como será o profissional do futuro? | Virtues Media Portal de Notícias

Soluções digitais devem mudar o mercado de trabalho. Saiba quais são os requisitos.


Novas tecnologias que unem a internet das coisas com a automatização industrial já começaram a revolucionar as empresas com seus benefícios, como ganho de produtividade e competitividade. Mas esse processo, também conhecido como digitalização, vai muito além de máquinas inteligentes que conversam entre si e tomam decisões em tempo real. As novas demandas devem mudar o perfil de profissional ideal para o mercado de trabalho. Uma das tendências é que os profissionais deixem de exercer funções repetitivas, como o encaixe de uma peça na linha de produção. “Quanto mais operacional for a função, mais chances ela tem de ser automatizada”, explica João Roncati, professor universitário e consultor empresarial da People+Strategy. Isso não significa que os colaboradores serão eliminados das linhas de produção, mas que ficarão concentrados em funções estratégicas, como o controle de projetos.

Atento ao mercado

Quem deseja se preparar para as novas exigências do mercado precisa ficar de olho nas tendências. Veja a história de Thiego Fontes, gestor de tecnologia da informação (TI) da Fiat, em Pernambuco. Formado em engenharia da comunicação, já trabalhou em instituições de pesquisa, como a Fundação Oswaldo Cruz. Quando percebeu que suas áreas de interesse – inteligência artificial e análise de dados – eram úteis para os sistemas produtivos, começou a trabalhar com TI em linhas de produção de uma indústria de bebidas.

Para juntar os conhecimentos de computação com a parte industrial, decidiu fazer um mestrado em engenharia de produção. “Quando entrei na empresa, eu era analista de TI. Só que, conforme eu fiz meu mestrado, percebi que precisava de mais do que isso para trabalhar. Diariamente, na fábrica, eu via os mesmos problemas que aprendia na sala de aula do mestrado. Tive, então, a oportunidade de colocar a teoria em prática.”

Embora tenha atingido um grau de destaque na carreira, Fontes já planeja novos aprendizados para aumentar suas habilidades. “Uma tendência em que eu tenho muito interesse é a Indústria 4.0. Há muitas oportunidades e as empresas têm investido na área. Penso em fazer um mestrado em engenharia de sistemas, um MBA em gerenciamento de projetos ou algo relacionado à gestão de pessoas. Existem várias possibilidades, e sei que preciso definir minhas próximas metas para crescer profissionalmente.”

Conhecimento técnico

Com a entrada de novas soluções no setor produtivo, como sistemas analíticos em nuvem e gêmeos digitais na linha de produção, surge um conjunto de habilidades necessárias para lidar com a realidade industrial. “Tecnologias como internet das coisas, robótica, computação em nuvem e big data criam um cenário em que profissionais como cientistas de dados e programadores serão cada vez mais valorizados”, explica Marcelo Prim, gerente executivo de inovação e tecnologia do Senai.

Mas a formação não será o único diferencial. “Conforme um estudo do Fórum Econômico Mundial, 65% das profissões do futuro ainda nem foram inventadas. Então, não temos que nos preocupar em saber quais serão as graduações mais importantes, mas sim com quais habilidades serão exigidas”, diz Prim.

Análise de dados, programação, conhecimentos em robótica, desenvolvimento de aplicativos e integração de sistemas são algumas das habilidades importantes. Para Prim, essas aptidões são mais comuns em carreiras ligadas à tecnologia da informação e comunicação, mas até mesmo um profissional da área precisa buscar conhecimento.

Perfil analítico e multidisciplinar

A quantidade de dados sobre a produção da empresa aumentará com as novas tecnologias. Para Prim, além de entender os dados, o profissional terá que entender o que eles significam, como podem ser usados no planejamento dos negócios e como deve ser feita a comunicação dessas informações.

“Isso envolve conhecimento de áreas como administração, empreendedorismo, marketing e comunicação. O profissional do futuro é aquele que não é só um excelente engenheiro, mecânico, soldador ou eletricista, mas também uma pessoa com senso crítico, que sabe dialogar e pensar em soluções criativas.”

Além disso, a função do profissional dentro da empresa poderá não ser mais relacionada com a sua formação acadêmica. “Não adianta um engenheiro, por exemplo, aperfeiçoar apenas seu conhecimento técnico. Ele precisa estudar outras áreas para entender os resultados do seu trabalho sobre toda a cadeia de produção da empresa”, diz Roncati, da People+Strategy.

Competência colaborativa

Aumentar a diversidade dentro das empresas é uma das grandes preocupações atuais. Mas, para Roncati, manter um ambiente diverso pode ser um desafio. “O funcionário precisa estar disposto a conviver com perfis de pessoas muito diferentes. É mais fácil trabalhar com pessoas que pensam igual entre si. Só que assim não se tem um ambiente inovador e com a dinâmica que as novas tecnologias exigem”, diz.

Um exemplo disso é o setor de tecnologia da informação, que será cada vez mais requisitado pelas empresas. “Nesse mercado, há uma carência de profissionais do sexo feminino, e as empresas precisam se preocupar em mudar isso. Elas devem incluir não apenas as mulheres, mas também novos perfis de funcionários em seu time. Porque, sem um estímulo à diversidade, a empresa perde competitividade”, afirma. Cabe ao profissional saber se comunicar, conviver com as diferenças e ter um bom relacionamento com todos os colegas, características cada vez mais valorizadas em ambientes digitalizados.

E as empresas?

Além das exigências, as companhias precisam garantir a atualização de seus funcionários. Para Roncati, as organizações que querem ser competitivas precisam analisar como será o mercado em que atuam no futuro. A partir daí, devem avaliar se as equipes têm as competências para atingir esses objetivos. “Caso contrário, será preciso investir em cursos para os funcionários. Se uma empresa não capacita seu funcionário, a concorrente vai sair na frente.”


Microsoft trabalha em forma para impulsionar adesão ao blockchain | Virtues Media Portal de Notícias

A empresa disse nesta quinta-feira que esta desenvolvendo um sistema chamando Coco Framework, que se liga a redes blockchain.

Logo da Microsoft na Electronic Entertainment Expo em Los Angeles, dia 13/06/2017

Nova York – A Microsoft está trabalhando numa tecnologia que acredita que pode sistemas baseados em blockchain mais rápidos e sigilosos, à medida que busca impulsionar o uso de softwares de banco de dados distribuído pelas empresas. A empresa disse nesta quinta-feira que esta desenvolvendo um sistema chamando Coco Framework, que se liga a redes blockchain para resolver algumas das questões que diminuíram sua adesão, incluindo preocupações quanto a velocidade e privacidade. O Coco, cujo nome representa Consórcio Confidencial, será disponibilizado em código aberto em 2018, disse a Microsoft. A tecnologia blockchain, que ganhou destaque com o sistema de criptografia do Bitcoin, é um registro público compartilhado de dados que é mantido por uma rede de computadores na internet. Isso significa que todos os usuários em uma rede potencialmente podem ter acesso a todas as informações. Blockchain: Entenda com a SONDA o que é e como pode ser utilizada essa tecnologia Patrocinado Embora isso torne a tecnologia adequada para garantir a integridade da informação, também a torna inadequada para uso de grandes empresas com requisitos rigorosos de privacidade. A tecnologia da Microsoft permitiria às empresas controlarem quem pode acessar uma rede sem tornar o sistema mais lento. A empresa planeja oferecer o Coco gratuitamente, embora espere que isso levará a um maior uso de seus serviços em nuvem. O programa está sendo desenvolvido em parte com o hardware da Intel e será compatível com todos tipos de blockchains.

Inteligência artificial pode faturar US$ 130 bi até 2025 | Virtues Media Portal de Notícias

A inteligência artificial deixou de ser um conceito de ficção científica e já representa uma nova era da tecnologia.


O próximo ciclo de inovação no setor de tecnologia deverá vir dos investimentos em inteligência artificial. A conclusão faz parte de um estudo do banco suíço Julius Baer, que estima que o faturamento da indústria de inteligência artificial deve aumentar 50% ao ano, em média, e chegar a quase 130 bilhões de dólares até 2025. Recentemente, afirmam os analistas do banco, “a inteligência artificial deixou de ser um conceito de ficção científica” para atrair o interesse de investidores — as startups desse segmento captaram cerca de 20 bilhões de dólares com fundos de venture capital desde 2012. Hoje, essa tecnologia é usada principalmente para melhorar mecanismos de busca na internet e ajudar a detectar fraudes online. O Julius Baer prevê o aumento de sua utilização nos setores automotivo, com o desenvolvimento de novos carros autônomos, e de saúde, com a criação de softwares que ajudam a diagnosticar doenças e até de robôs capazes de realizar cirurgias de alta precisão.

O Snap luta para se manter viável | Virtues Media Portal de Notícias

Desde março, quando lançou ações na bolsa, a companhia tem sido escrutinada a cada divulgação de resultados

BOLSA DE NY: quase seis meses depois da abertura de seu capital, as ações do Snap caíram 44,5% / Brendan McDermid/ File Photo/ Reuters

Uma das companhias americanas mais copiadas pelos concorrentes, e mais cobradas pelos investidores, divulga pela segunda vez seus resultados trimestrais nesta quinta-feira: o grupo Snap Inc., controlador da rede social de fotos e vídeos Snap. Desde março, quando lançou ações na bolsa, a companhia tem sido escrutinada a cada divulgação. Hoje não deve ser diferente.

Em maio, quando o Snap divulgou os dados do primeiro trimestre, o resultado veio abaixo do esperado pelo consenso de analistas de mercado. O faturamento foi de 150 milhões de dólares, e embora menor do que os esperados 158 milhões, ainda representou uma alta de 307% em relação aos 38,8 milhões de dólares faturados um ano antes. O número de usuários por dia foi de 166 milhões, abaixo dos 167,3 milhões esperados. O prejuízo chegou a 2,2 bilhões de dólares. Resultado, as ações caíram mais de 20% só naquele dia. Para o segundo trimestre espera-se que o prejuízo caia consideravelmente, já que no cálculo do período anterior havia um bônus de 1 bilhão de dólares dado ao presidente, Evan Spiegel, pela abertura de capital. O faturamento é esperado em 189,3 bilhões de dólares no período.

Mas o temor dos investidores não foi embora. Do IPO até hoje as ações do Snpa já caíram 44,5% e as perspectivas são desanimadoras. Em março, o Snap havia afirmado que pessoas com menos de 25 anos passavam cerca de 30 minutos na plataforma por dia. Na última semana, a rede social de fotos Instagram, que pertence ao Facebook e copiou todos os principais recursos do Snapchat, disse que pessoas da mesma faixa etária passam 32 minutos no aplicativo todos os dias.


A estratégia do Snap atualmente parece ser não ligar para os números de crescimento de usuários, mas ampliar sua receita com anúncios, especialmente nos Estados Unidos e no Reino Unido, onde a companhia tem 50 milhões e 10 milhões de usuários únicos, respectivamente. Vendendo mais propaganda para usuários de grandes mercados, o Snap tenta aumentar o faturamento sem aumentar em grande escala a base de usuários. Se a estratégia vai dar certo, o tempo vai dizer. Mas, do IPO pra cá, pouca coisa deu certo pros investidores do Snap.