terça-feira, 18 de julho de 2017

Aptoide tem 3 milhões de MAUs e quase 30 milhões de downloads/mês no Brasil | Virtues Media Portal de Notícias

Aptoide tem 3 milhões de MAUs e quase 30 milhões de downloads/mês no Brasil


Lojas independentes de aplicativos Android são muito comuns na China, onde a Google Play não opera. Mas uma delas, a Aptoide, tem no Brasil um dos seus maiores mercados, com mais de 3 milhões de usuários únicos mensais (MAUs, na sigla em inglês) e quase 30 milhões de downloads/mês – no mundo são mais de 20 milhões de MAUs. Outros mercados importantes para a companhia são China, Índia e México.

Para incentivar o crescimento no Brasil, a empresa conta com uma equipe de tradutores, que está constantemente adaptando o conteúdo internacional para a língua portuguesa, e também tem feito campanhas de marketing com influenciadores digitais do País. Além disso, firmou recentemente parceria com o BoaCompra para ter novos meios de pagamento, como boleto bancário e cartão virtual. Seu modelo de negócios é baseado em publicidade e em vendas de apps e de itens in-app, com divisão de receita com os desenvolvedores, que ficam com 75%.

A Aptoide tem dois grandes diferenciais, que estão relacionados ao caráter aberto da sua plataforma: 1) ela pode ser acessada por qualquer pessoa, mesmo sem cadastro, através de um navegador no smartphone; 2) qualquer usuário pode criar sua própria loja de aplicativos dentro da Aptoide e subir os títulos que tem gravados em seu aparelho, o que confere à plataforma uma característica de rede social, com várias lojas dentro dela. Outros diferenciais são a presença de conteúdo adulto e a possibilidade de restaurar versões anteriores dos aplicativos. Hoje, seu catálogo é de cerca de 800 mil títulos, sem contar os repetidos (o mesmo app pode constar nas lojas de diferentes usuários). E há 260 mil lojas criadas e mantidas pelos usuários ao redor do mundo.

Por outro lado, a Aptoide enfrenta alguns obstáculos, como convencer o usuário a baixar apps de fontes desconhecidas; garantir a segurança dos títulos disponíveis em seu catálogo; e se defender das críticas de pirataria. Seu COO, Álvaro Pinto, conversou por email com Mobile Time, e respondeu a algumas dessas questões, junto com Daniel Kisluk, diretor de marketing.

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